<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
		>
<channel>
	<title>Comentários em: Eclipses // Maria Gambina</title>
	<atom:link href="http://www.1minutoastronomia.org/?feed=rss2&#038;p=103" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.1minutoastronomia.org/?p=103</link>
	<description>Descobre o teu universo</description>
	<lastBuildDate>Thu, 19 Aug 2010 15:13:55 +0000</lastBuildDate>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.0.1</generator>
	<item>
		<title>Por: Lina Canas</title>
		<link>http://www.1minutoastronomia.org/?p=103&#038;cpage=1#comment-70</link>
		<dc:creator>Lina Canas</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 16:22:54 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://localhost/astro/?p=103#comment-70</guid>
		<description>A razão de a Lua se estar a afastar da Terra relaciona-se com o facto de a Lua gerar marés na Terra. 
A face da Terra voltada para a Lua sofre uma maior atracção gravítica que o centro da Terra, do mesmo modo, a parte da Terra oposta à Lua sofre menos gravidade que o centro da Terra. Este efeito alonga um pouco a Terra, apesar de o efeito mais visível ser o das marés nos oceanos, o corpo sólido da Terra também é afectado. 
As zonas mais proeminentes da forma oblonga da Terra exercem uma atracção gravitacional na Lua e uma vez que a Terra possui uma rotação mais rápida (24 horas) que a órbita da Lua (27,3 dias) estas zonas tendem a “puxar ” Lua, aumentando a sua velocidade orbital. Se a velocidade orbital da Lua aumenta, o tamanho da sua órbita irá aumentar, levando a que a Lua lentamente se afaste da Terra. Nesta dinâmica entre a Terra e a Lua, a Lua também atrai graviticamente estas zonas proeminentes, levando a que a Terra desacelere na sua rotação havendo uma transferência de momento rotacional da Terra para o momento orbital da Lua.   
 (Referências:
http://curious.astro.cornell.edu/question.php?number=124
http://www.astronomy.com/asy/default.aspx?c=a&amp;id=2195
http://en.wikipedia.org/wiki/Orbit_of_the_Moon#Tidal_evolution_of_the_lunar_orbit
http://en.wikipedia.org/wiki/Tidal_acceleration
)
(A dinâmica do Sistema Terra-Lua é uma questão muito interessante, poderá encontrar mais informações nos sites mencionados.
Apenas uma nota: a Wikipédia é uma óptima fonte para uma busca rápida, no entanto é necessário ter cuidado e verificar sempre as fontes originais/oficiais, garantido que estas são de facto fidedignas.)

O afastamento que referiu na sua questão, previsto pela teoria do Big Bang e observado em galáxias por Edwin Hubble, verifica-se a grandes escalas (por exemplo em galáxias muito afastadas), no entanto a força gravítica continua a dominar a escalas de distâncias mais curtas. A Terra não se está a expandir devido a isso, nem o Sistema Solar, nem a Via Láctea… até mesmo a maior galáxia mais próxima da Terra, a galáxia de Andrómeda, está a aproximar-se da Via Láctea. São principalmente grupos e enxames de galáxias que se estão a afastar.

Por fim gostaria apenas de agradecer a sua questão, que abre espaço a uma óptima discussão sobre a dinâmica de diferentes sistemas, quer a larga escala quer a pequena escala. Obrigada e esperamos ter ajudado.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A razão de a Lua se estar a afastar da Terra relaciona-se com o facto de a Lua gerar marés na Terra.<br />
A face da Terra voltada para a Lua sofre uma maior atracção gravítica que o centro da Terra, do mesmo modo, a parte da Terra oposta à Lua sofre menos gravidade que o centro da Terra. Este efeito alonga um pouco a Terra, apesar de o efeito mais visível ser o das marés nos oceanos, o corpo sólido da Terra também é afectado.<br />
As zonas mais proeminentes da forma oblonga da Terra exercem uma atracção gravitacional na Lua e uma vez que a Terra possui uma rotação mais rápida (24 horas) que a órbita da Lua (27,3 dias) estas zonas tendem a “puxar ” Lua, aumentando a sua velocidade orbital. Se a velocidade orbital da Lua aumenta, o tamanho da sua órbita irá aumentar, levando a que a Lua lentamente se afaste da Terra. Nesta dinâmica entre a Terra e a Lua, a Lua também atrai graviticamente estas zonas proeminentes, levando a que a Terra desacelere na sua rotação havendo uma transferência de momento rotacional da Terra para o momento orbital da Lua.<br />
 (Referências:<br />
<a href="http://curious.astro.cornell.edu/question.php?number=124" rel="nofollow">http://curious.astro.cornell.edu/question.php?number=124</a><br />
<a href="http://www.astronomy.com/asy/default.aspx?c=a&#038;id=2195" rel="nofollow">http://www.astronomy.com/asy/default.aspx?c=a&#038;id=2195</a><br />
<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Orbit_of_the_Moon#Tidal_evolution_of_the_lunar_orbit" rel="nofollow">http://en.wikipedia.org/wiki/Orbit_of_the_Moon#Tidal_evolution_of_the_lunar_orbit</a><br />
<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Tidal_acceleration" rel="nofollow">http://en.wikipedia.org/wiki/Tidal_acceleration</a><br />
)<br />
(A dinâmica do Sistema Terra-Lua é uma questão muito interessante, poderá encontrar mais informações nos sites mencionados.<br />
Apenas uma nota: a Wikipédia é uma óptima fonte para uma busca rápida, no entanto é necessário ter cuidado e verificar sempre as fontes originais/oficiais, garantido que estas são de facto fidedignas.)</p>
<p>O afastamento que referiu na sua questão, previsto pela teoria do Big Bang e observado em galáxias por Edwin Hubble, verifica-se a grandes escalas (por exemplo em galáxias muito afastadas), no entanto a força gravítica continua a dominar a escalas de distâncias mais curtas. A Terra não se está a expandir devido a isso, nem o Sistema Solar, nem a Via Láctea… até mesmo a maior galáxia mais próxima da Terra, a galáxia de Andrómeda, está a aproximar-se da Via Láctea. São principalmente grupos e enxames de galáxias que se estão a afastar.</p>
<p>Por fim gostaria apenas de agradecer a sua questão, que abre espaço a uma óptima discussão sobre a dinâmica de diferentes sistemas, quer a larga escala quer a pequena escala. Obrigada e esperamos ter ajudado.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Mike Silva</title>
		<link>http://www.1minutoastronomia.org/?p=103&#038;cpage=1#comment-68</link>
		<dc:creator>Mike Silva</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 23:52:02 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://localhost/astro/?p=103#comment-68</guid>
		<description>Será que o facto da lua se estar a afastar lentamente da terra não é devido ao fenomeno do big-bang?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Será que o facto da lua se estar a afastar lentamente da terra não é devido ao fenomeno do big-bang?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Lina Canas</title>
		<link>http://www.1minutoastronomia.org/?p=103&#038;cpage=1#comment-45</link>
		<dc:creator>Lina Canas</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 10:26:51 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://localhost/astro/?p=103#comment-45</guid>
		<description>A frase dita, no contexto do vídeo, é meramente uma referência &quot;descontraída&quot; para nos descansar pois, mesmo a Lua estando a afastar-se da Terra, ainda poderemos desfrutar por muitos e bons anos desse fantástico espectáculo que são os eclipses. Mas efectivamente induz em erro em termos científicos e agradecemos imenso o reparo.
 
De facto, biliões de anos está incorrecto, sendo mais correcto referir centenas de milhões de anos e não, como disse, milhões de milhões.
 
A Lua está a afastar-se da Terra e o último eclipse solar total de sempre será daqui a aproximadamente 713 milhões de anos assumindo uma velocidade de afastamento constante de aproximadamente 3cm/ano [1]. Há uma actividade muito interessante sobre o assunto em:
 
[1] http://spacemath.gsfc.nasa.gov/weekly/4Page28.pdf
 
 
 Podemos ainda argumentar que o Sol, daqui a aproximadamente 5 mil milhões de anos irá entrar na fase gigante vermelha alterando o seu tamanho aparente.
 
Só um pequeno reparo ao seu comentário, apesar de se compreender perfeitamente o ponto a que quer chegar. O Sol não vai existir só mais 5 mil milhões de anos. Poderá ler o interessante artigo escrito pela Doutora Ana Mourão em &quot;O Fim do Sol&quot; em:
 
http://www.1minutoastronomia.org/?p=97</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A frase dita, no contexto do vídeo, é meramente uma referência &#8220;descontraída&#8221; para nos descansar pois, mesmo a Lua estando a afastar-se da Terra, ainda poderemos desfrutar por muitos e bons anos desse fantástico espectáculo que são os eclipses. Mas efectivamente induz em erro em termos científicos e agradecemos imenso o reparo.</p>
<p>De facto, biliões de anos está incorrecto, sendo mais correcto referir centenas de milhões de anos e não, como disse, milhões de milhões.</p>
<p>A Lua está a afastar-se da Terra e o último eclipse solar total de sempre será daqui a aproximadamente 713 milhões de anos assumindo uma velocidade de afastamento constante de aproximadamente 3cm/ano [1]. Há uma actividade muito interessante sobre o assunto em:</p>
<p>[1] <a href="http://spacemath.gsfc.nasa.gov/weekly/4Page28.pdf" rel="nofollow">http://spacemath.gsfc.nasa.gov/weekly/4Page28.pdf</a></p>
<p> Podemos ainda argumentar que o Sol, daqui a aproximadamente 5 mil milhões de anos irá entrar na fase gigante vermelha alterando o seu tamanho aparente.</p>
<p>Só um pequeno reparo ao seu comentário, apesar de se compreender perfeitamente o ponto a que quer chegar. O Sol não vai existir só mais 5 mil milhões de anos. Poderá ler o interessante artigo escrito pela Doutora Ana Mourão em &#8220;O Fim do Sol&#8221; em:</p>
<p><a href="http://www.1minutoastronomia.org/?p=97" rel="nofollow">http://www.1minutoastronomia.org/?p=97</a></p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: José Ribeiro</title>
		<link>http://www.1minutoastronomia.org/?p=103&#038;cpage=1#comment-41</link>
		<dc:creator>José Ribeiro</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 11:25:20 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://localhost/astro/?p=103#comment-41</guid>
		<description>Será que ouvi bem?  A Maria Gambina no final do texto disse &quot;Por isso só teremos eclipses durante os próximos BILIÕES de anos???
 Um BILIÃO em portugês corresponde a um milhão de milhões! O Sol só vai existir mais 5 mil milhões de anos, pelo que a frase é totalmente descabida, pelo menos no que respeite ao sistema solar! Eclipses existirão sempre... a humanidade é que não estará cá para ver.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Será que ouvi bem?  A Maria Gambina no final do texto disse &#8220;Por isso só teremos eclipses durante os próximos BILIÕES de anos???<br />
 Um BILIÃO em portugês corresponde a um milhão de milhões! O Sol só vai existir mais 5 mil milhões de anos, pelo que a frase é totalmente descabida, pelo menos no que respeite ao sistema solar! Eclipses existirão sempre&#8230; a humanidade é que não estará cá para ver.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Miguel Claro</title>
		<link>http://www.1minutoastronomia.org/?p=103&#038;cpage=1#comment-26</link>
		<dc:creator>Miguel Claro</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 10:52:00 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://localhost/astro/?p=103#comment-26</guid>
		<description>Parabéns caro Pedro Ré,

O texto explicativo e exemplificativo sobre a ocorrência de Eclipses está muito bem elaborado, como aliás é apanágio. A minha crítica como astrofotógrafo recai exactamente sobre as imagens, que na minha análise estão irrepreensivelmente bem adquiridas e processadas, ambos sabemos do trabalho que está por de trás de uma fotografia de um Eclipse. As imagens disponíveis nesta página e que não entraram na curta série estão igualmente fenomenais, não querendo ser repetitivo, mas sendo: como aliás é apanágio do Pedro. 

Com uma única palavra e utilizando a gíria astro/fotográfica:  Brutal !

Muitos parabéns pela participação e respectiva publicação.

Um abraço

Miguel Claro</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Parabéns caro Pedro Ré,</p>
<p>O texto explicativo e exemplificativo sobre a ocorrência de Eclipses está muito bem elaborado, como aliás é apanágio. A minha crítica como astrofotógrafo recai exactamente sobre as imagens, que na minha análise estão irrepreensivelmente bem adquiridas e processadas, ambos sabemos do trabalho que está por de trás de uma fotografia de um Eclipse. As imagens disponíveis nesta página e que não entraram na curta série estão igualmente fenomenais, não querendo ser repetitivo, mas sendo: como aliás é apanágio do Pedro. </p>
<p>Com uma única palavra e utilizando a gíria astro/fotográfica:  Brutal !</p>
<p>Muitos parabéns pela participação e respectiva publicação.</p>
<p>Um abraço</p>
<p>Miguel Claro</p>
]]></content:encoded>
	</item>
</channel>
</rss>
